Depois da jornada do domingo, acabamos saindo mais tarde na segunda; por isso, pegamos uma fila enorme na Skytree, a torre mais alta de Tóquio (634 metros). Mas o atendimento não para, então nem demoramos tanto a entrar. É possível ir a 350 e a 450 metros; ficamos no primeiro estágio apenas, o que já é suficiente para ter uma vista incrível da cidade. Se o tempo estivesse aberto, conseguiríamos ver até o Monte Fuji, mas isso não aconteceu. Uma amostra da vista, com parte do rio Sumida:
No térreo, há um complexo de lojas, restaurantes e mercados. Aproveitamos para fazer como os japoneses: comprar "bentô" (marmita) e almoçar em um dos espaços livres do prédio, como fazem as pessoas nos dias de trabalho. Olha a minha aqui! Lembrei bem dos meus coroas: pai, marmita! Mãe, arroz com ovo! :-D
Depois, seguimos para o bairro de Ryogoku, onde fica um espaço de treinamento dos lutadores de sumô. Minha amiga queria vê-los e tirar foto com eles, mas só conseguiu flagrar um na saída do metrô. Rodamos pela região, bem mais calma que Shinjuku; ali verifiquei o que já tinha reparado: parece que todas as calçadas da cidade têm piso tátil, aquelas faixas e bolinhas em alto relevo que fazem a sinalização para deficientes visuais. Além disso, o meio-fio é sempre baixo, e não há buracos ou irregularidades nas calçadas. Mesmo com todo o agito e o excesso de gente, acho que Tóquio é uma cidade amistosa para o portador de necessidades especiais.
Terminamos a caminhada do dia em Roppongi, um distrito agitado, com grande concentração de gringos:
Primeiro, vimos uma exposição de fotos e equipamentos em um espaço da Fuji, tipo museu! Legal! Depois, andamos mais um tanto e pegamos uma mesinha em um café, bem de frente para a rua. Ali fiquei fotografando os passantes com a tele, na câmera, mas, como já era quase noite, o resultado não foi tão bom. Sobre o café, duas esquisitices: pedi uma bebida chamada "tapioca" (?!), sabor cacau. Parecia ser com leite e tinha umas bolinhas meio moles no fundo do copo, da cor de chocolate. Era bom, mas não entendi nada. Outra coisa foi o acesso à internet: quando pedi a senha do wi-fi, o atendente disse que a permissão era só pra japoneses. Oi?! Cuma? Não entendi nada 2... Gringo aqui não tem disfarce mesmo, está na testa (ou nos olhos) que você não é nativo. Só se safam os descendentes (mas aí a cobrança pra eles é bem maior: "como é que você tem cara de japonês e não fala/entende/age como um?!").
Já à noite, voltando para o hotel, peguei este flagra no metrô - não é significativo? ;)

























































